A Deusa da saúde, da cura, das ervas… linda deusa celta dos Tuath Dannan.
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“Imagina uma energia forte, na qual pressiona sua cabeça e seus olhos… essa é a  presença dessa deusa curandeira rsrsrs.
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Estava Eu, em um sábado de manhã, ciclo da lua cheia, em frente ao meu altar onde por falta de espaço deixo meu pote com pincéis de maquiagem, então aproveito sempre para apoiar um papel com a cola do ritual hahaha.
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Preparei todo o altar como manda o figurino, ervas, pedra, 1 pentagrama desenhado em uma cartolina para posicionar as velas,  3 velas laranjas formando um triângulo mágico  e 1 branca no centro. Essa vela branca deveria na verdade ser uma chama votiva utilizando uma “candeia branda “, mas eu não tinha esse objeto e tampouco sabia fazer uma chama votiva ali dentro, não sabia nem qual era o elemento de combustão, quanto mais fazer uma chama branda, porque pra mim fogo era fogo, como poderia controlá-lo? Não vou deixar de realizar nenhuma magia por causa de uma chama votiva, posso substituir pela vela,  pensei.
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Tudo preparado, o ritual chamava a mãe natureza, mas eu queria mais, queria alguém me guiando, queria mais energia, queria alguém que dissesse: “Vou cuidar de tudo pra você!”
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Então antes de começar o ritual, chamei a deusa Airmid, eu a invoquei com todas as minhas forças, queria muito que ela fizesse parte daquilo. Eu acredito na minha força, mas já faz tanto tempo que venho sofrendo ataques energéticos, e a pouco tempo descobri que fui alvo de voodoo … sabe aquele medo de empregar a energia errada no ritual? 
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Eu precisava da deusa, precisava de sentir uma energia diferente, que fosse positiva, que me desse segurança. 
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Ela veio, senti toda a sua força, a energia me invadia e transmutava, não é uma Deusa sutil, ela chega pra dizer: estou aqui!. Fiz uma oferenda, e comecei o ritual. Senti minhas mãos firmes, a autoconfiança em cada gesto, em cada ato e fase da magia. 
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Tudo finalizado, pedi à Deusa para consagrar 2 malaquitas, agradeci e fechei o círculo. 
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Nas instruções do livro dizia para não entrar no local durante 66 minutos para que as energias tivessem tempo suficiente de trabalhar. Mas como divido o quarto com meu filho, só pensei em avisá-lo para ter cuidado ao entrar no quarto, devido às energias, pois algumas pessoas mais sensíveis podem sentir um mal estar..  só que eu saí do quarto e esqueci… fui fazer almoço, e esqueci.. 
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Quando escutei ele abrindo a porta do quarto e entrando com tudo, só pensei f@deu, que irresponsável eu fui! Corri para o quarto, e chegando na porta pronta pra retirá-lo dali, vi uma atividade estranha nas velas, pensei, pegou fogo nos meus pincéis! Corri para olhar e uma das velas laranjas havia queimado o papel da cola, isso mesmo, estava com fome e me esqueci até de tirar a cola de lá. O fogo derreteu metade da vela, do meio para cima, vi ela envergando e se deitando na xícara, no pavio formou o desenho de uma folha e não parava de queimar. Dentro ficou a cera da vela em forma líquida e uma ponta do pavio de fora do líquido mas dentro da xícara.  Tinha eu agora a minha chama votiva hahahaha
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Coloquei-a no centro e acendi outra vela laranja para a ponta direita do pentagrama, mais uma vez ofereci a chama votiva para a Deusa, e pirem, a chama ficou calma, e branda como pedia o ritual.
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Pensei em várias formas de poder explicar aquilo cientificamente, mas não consegui, pois se ao fogo que pegou no papel era tão forte a ponto de queimar a vela daquele jeito, os pincéis poderiam ter queimado também, a cartolina com o pentagrama, o móvel que é de madeira.
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Me senti tão amada, tão protegida, a deusa sabia que não daria certo sem aquela chama e a fez pra mim. 
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Eu só sabia algumas coisas sobre ela, alguns textos repetitivos da internet. Mas agora eu quero mais rsrsrs quero cultuar, fazer oferendas, orações, ter ela ao meu lado sempre!
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Essa é minha história, minha experiência com a poderosa Airmid.
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Jaqueline Viana, leitora do Templo da Leoa
Obrigada por suas palavras, querida!
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Mande você também sua experiência com sua divindade!
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